É do time que até vai pro rolê, mas adora chegar em casa cedo, ver um filme e ter uma boa noite de sono? Ou só sai da festa — e do after — se for arrastado pelos amigos?

Festas que começam às 2 da manhã e vão até as últimas consequências. Inferninhos suarentos avançando manhã adentro. Bebida a rodo, aditivos mil, ressacas homéricas. Quem foi jovem antes da virada do milênio, no auge das raves e “balas”, deve ter lembranças (nebulosas) de noitadas assim — ou, pelo menos, de que esse era o ideal de diversão pra maioria da galera. No entanto, nos últimos anos, esse lifestyle tem perdido adeptos e já não seduz as novas gerações.

Segundo uma pesquisa recente do DataFolha, 54% dos jovens não frequentam casas noturnas ou vão menos de uma vez por ano. No lugar, entram shows, festivais e eventos diurnos. Mas quais fatores influenciaram essa mudança? Ela é positiva ou há um lado bom em virar a noite e enfiar o pé na jaca de vez em quando? No quinto episódio do Desenrola, convidamos a apresentadora e digital influencer MariMoon e o jornalista e fundador do The Summer Hunter Ricardo Moreno pra conversar sobre essa tendência.

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